O moinho de Aristóteles

O moinho de Aristóteles

O movimento endurece, passam

as mães passam as irmãs passam

as amadas

as guimbas da primavera e as floradas

de frieira nos pés do inverno

O eterno

é a regra ou a frieza? Eu

o misógeno o in

sólito amarrador de roupas

“aonde vais, blusa arrastada

nesta ausência demasiada?…”

Descubro agora ó forma louca

ápice do meu movimento

que me fixei aos moinhos de vento

O MOINHO DE ARISTÓTELES – Poema

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